quarta-feira, 17 de outubro de 2012

SEXO NA TERCEIRA IDADE: VELHO É SEU PRECONCEITO






Relatório referente á Ação Social promovida pelos alunos do 4º período, vinculada á disciplina de Gestão de Eventos do Curso de Turismo da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN, Mossoró/RN, realizada no dia 01 de outubro de 2012, no município de Governador Dix – Sept Rosado com o grupo de idosos do CRAS.
De início os demais alunos da disciplina, aguardaram juntamente com a professora Salete Gonçalves, o transporte providenciado pela equipe tendo como ponto de saída o Epílogo de Campos da UERN ás 14h. Chegamos á Governador Dix-Sept Rosado por volta das 15h30min nos dirigimos para o Centro São José na qual fomos recebidos pela equipe organizadora do evento. Daniele responsável pelo grupo e alguns idosos que estavam presentes, de imediato mantiveram contato conosco.
Alem disso, é de suma importância mencionar a simplicidade e elegância da equipe com relação ás vestimentas por estarem padronizados como também, a decoração do ambiente que estava de acordo com a proposta do evento. A partir das 16h, a aluna Fiama Karine deu início ás atividades proposta para a Ação social apresentada por Sanzia Amaral, formada em enfermagem na UNP que ministrou a palestra: SEXO NA MELHOR IDADE: VELHO É O SEU PRECONCEITO. Tendo como finalidade, expor a importância da prática sexual na melhor idade além de, abordar os cuidados para prevenir algumas doenças.
Ao termino da palestra, Daniele mediou uma brincadeira com as idosas com o intuito de “perder a vergonha” e em seguida todos se dirigiram para um refeitório onde foi servido o coof brek. De volta ao salão principal, foi realizado um concurso de dança elegendo o rei e a rainha do grupo e em seguida o sorteio de brindes propiciando um momento de interação e descontração.
Em virtude dos fatos mencionados, foi possível perceber o nível de compromisso e responsabilidade pelo qual a equipe desenvolveu esse trabalho primoroso, pensando em cada detalhe. Portando pode-se afirmar que, o evento de cunho social possibilitou aprendizado e satisfação a todos que tiveram o prazer de prestigia-lo, considerado assim um evento positivo.


FOTOS: 
































Vídeo da semana – “A morte do Rei do Barro”




Um trabalho impecável feito pela galera do Núcleo de Animação das Faculdades Integradas Barros Melo, com direção de Plínio Uchoa, todo feito com fotos digitais, a animação “A Morte do Rei de Barro” utiliza um dos principais símbolos da cultura nordestina, os bonecos de barro, animados com atécnica de stop-motion, para contar a história de uma luta entre dois bandos rivais de cangaceiros.

FESTA DA VITÓRIA EM ALMINO AFONSO - RN




A origem da cachaça






O Brasil comemora nesta quinta-feira, dia 13 de setembro, o Dia Nacional da Cachaça. A escolha da data tem explicação histórica. Em 13 de setembro de 1661, uma revolta popular contra a colônia portuguesa levou à legalização da cachaça, que era proibida até então. Tal episódio ficou conhecido como “Revolta da Cachaça”.

E já que essa bebida é uma das mais populares do nosso Nordeste, decidimos escrever um pouco sobre sua história, afinal, não basta beber cachaça, tem que conhecer sua história! Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo e não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou! Então o que fazer? A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo(fermentado).

Não pensaram duas vezes. Misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. O “azedo” do melado antigo era álcool, que aos poucos foi evaporando e formou goteiras no teto do engenho, que pingavam constantemente. Daí o nome “PINGA”. Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, daí o nome “AGUARDENTE”.

Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar. Então sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo. Com o tempo a fabricação da cachaça foi sendo aprimorada e caiu no gosto da população em geral. Hoje em dia é artigo de exportação!

(Esta história é contada no Museu do Homem do Nordeste, Recife-Pe)
Bebam com moderação!
Bráulio Bessa – @brauliobessa

Lampião & Lamparina





Os primeiros artesãos surgiram no período neolítico (6.000 a.c) quando o homem aprendeu a polir a pedra, a fabricar a cerâmica e a tecer fibras animais e vegetais. No Brasil, o artesanato também surgiu neste período.

Podemos pensar nos índios como os nossos mais antigos artesãos, já que, quando os portugueses descobriram o Brasil, encontraram aqui a arte da pintura utilizando pigmentos naturais, a cestaria e a cerâmica – sem falar na arte plumária, isto é, cocares, tangas e outras peças de vestuário ou ornamentos feitos com plumas de aves.

O artesanato brasileiro é um dos mais ricos do mundo e garante o sustento de muitas famílias e comunidades. O artesanato faz parte do folclore e revela usos, costumes, tradições e características de cada região.

BANDA BRAVURA SE APRESENTA EM RIACHO DA CRUZ - RN DIA 27 DE OUTUBRO.



A FESTA DOS VIP - RODOLFO FERNANDES, RN




I PALESTUR: A Realidade Positiva e Negativa advinda da Copa do Mundo no Estado do Rio Grande do Norte





No dia 02/10 foi realizado um evento científico, no auditório da FAFIC que contou com a presença do palestrante O Sr. Demétrio Paulo Torres: Secretário Extraordinário para Assuntos Relativos à Copa do Mundo de 2014. O I PALESTUR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE QUE TINHA COMO TEMÁTICA: “A REALIDADE POSITIVA E NEGATIVA ADVINDA DA COPA DO MUNDO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE”. Tratava-se de um evento promovido pelos alunos do 4º período do curso de turismo, que servirá como nota avaliativa para disciplina de Gestão de Eventos da Profª Salete Gonçalves. 
A primeira versão do evento teve como objetivo discutir a respeito da Copa do Mundo em 2014 que terá como sede o Brasil. E em meio a tantos questionamentos o I PALESTUR proporcionou aos alunos uma palestra a fim de discutir os impactos positivos e negativos deste evento para o Estado devido a sua importância para os futuros profissionais do ramo turístico mediante o interesse de todos em inserir-se nas atividades.


FOTOS:






























FESTA DA VITÓRIA EM PAU DOS FERROS - RN





A origem do Cordel





A literatura de cordel é uma espécie de poesia popular que é impressa e divulgada em folhetos ilustrados com o processo de xilogravura. Também são utilizadas desenhos e clichês zincografados. Ganhou este nome, pois, em Portugal, eram expostos ao povo amarrados em cordões, estendidos em pequenas lojas de mercados populares ou até mesmo nas ruas.

Chegada ao Brasil 

A literatura de cordel chegou ao Brasil no século XVIII, através dos portugueses. Aos poucos, foi se tornando cada vez mais popular. Nos dias de hoje, podemos encontrar este tipo de literatura, principalmente na região Nordeste do Brasil. Ainda são vendidos em lonas ou malas estendidas em feiras populares.

De custo baixo, geralmente estes pequenos livros são vendidos pelos próprios autores. Fazem grande sucesso em estados como Pernambuco, Ceará, Alagoas, Paraíba e Bahia. Este sucesso ocorre em função do preço baixo, do tom humorístico de muitos deles e também por retratarem fatos da vida cotidiana da cidade ou da região. Os principais assuntos retratados nos livretos são: festas, política, secas, disputas, brigas, milagres, vida dos cangaceiros, atos de heroísmo, milagres, morte de personalidades etc.

Em algumas situações, estes poemas são acompanhados de violas e recitados em praças com a presença do público.

Um dos poetas da literatura de cordel que fez mais sucesso até hoje foi Leandro Gomes de Barros (1865-1918). Acredita-se que ele tenha escrito mais de mil folhetos. Mais recentes, podemos citar os poetas José Alves Sobrinho, Homero do Rego Barros, Patativa do Assaré (Antônio Gonçalves da Silva), Téo Azevedo. Zé Melancia, Zé Vicente, José Pacheco da Rosa, Gonçalo Ferreira da Silva, Chico Traíra, João de Cristo Rei e Ignácio da Catingueira.

Vários escritores nordestinos foram influenciados pela literatura de cordel. Dentre eles podemos citar: João Cabral de Melo, Ariano Suassuna, José Lins do Rego e Guimarães Rosa.

Poética do cordel:
- Quadra: estrofe de quatro versos.
- Sextilha: estrofe de seis versos.
- Septilha: é a mais rara, pois é composta por sete versos.
- Oitava: estrofe de oito versos.
- Quadrão: os três primeiros versos rimam entre si; o quarto com o oitavo, e o quinto, o sexto e o sétimo também entre si.
- Décima: estrofe de dez versos.
- Martelo: estrofes formadas por decassílabos (comuns em desafios e versos heróicos).

Literatura Oral 

Faz parte da literatura oral os mitos, lendas, contos e provérbios que são transmitidos oralmente de geração para geração. Geralmente, não se conhece os autores reais deste tipo de literatura e, acredita-se, que muitas destas estórias são modificadas com o passar do tempo. Muitas vezes, encontramos o mesmo conto ou lenda com características diferentes em regiões diferentes do Brasil. A literatura oral é considerada uma importante fonte de memória popular e revela o imaginário do tempo e espaço onde foi criada.

Muitos historiadores e antropólogos estudam este tipo de literatura com o objetivo de buscarem informações preciosas sobre a cultura e a história de uma época. Em meio a ficção, resgata-se dados sobre vestimentas, crenças, comportamentos, objetos, linguagem, arquitetura etc.

Podemos considerar como sendo literatura oral os cantos, encenações e textos populares que são representados nos folguedos. Exemplos de mitos, lendas e folclore brasileiro: saci-pererê, curupira, boto cor de rosa, caipora, Iara, boitatá, lobisomem, mula-sem-cabeça, negrinho do pastoreio.

Fonte: suapesquisa.com


domingo, 16 de setembro de 2012

Niélio Souza


Apresento aqui alguns vídeos do meu amigo Niélio Souza, que já é sucesso.
ESPERO QUE GOSTEM. 



Pout-Pourri - Forró




Paz e Amor




Paz e Amor - Jorge e Matheus





Potporri - Louca Louquinha, Gatinha Assanhada, Tata Tara Tata






O BREGÃO 




VAI ESPERAR - BANDA GAROTA SAFADA




REVANCHE




POTPORRI (FORA DO COMUM, SEU ASTRAL, AS LEMBRANÇAS VÃO NA MALA)



VALEU AMIGO E EU QUERO SÓ VOCÊ




CANTANDO SOZINHO (CAETANO VELOSO)



TA VENDO AQUELA LUA - EXALTA SAMBA





TEMPO AO TEMPO - J & M






Harmonia do Samba - Quebrou a cara - Niélio Souza







RIACHO DE SANTANA - RN
NATAL - RN